Ainda num contexto de generalidades sobre a DSI, convém ler os números 72 a 86 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja (Conselho Pontifício “Justiça e Paz”, 2005, Princípia). Responder às seguintes questões pode facilitar o estudo desses parágrafos.
72
A DSI foi pensada desde o início como um sistema orgânico?
A que campo pertence a DSI?
Qual a relação entre DSI e Evangelho?
73
Que pretende orientar a DSI?
Que níveis de ensinamento moral a DSI reflecte?
74
Quais os fundamentos, as duas fontes da DSI?
75
Quais as duas vias cognoscitivas da DSI?
Como explica que a “DSI é um conhecer iluminado pela fé”?
76
O que se pretende dizer com “dimensão interdisciplinar da DSI”?
De onde vem a necessidade de interdisciplinaridade?
77
Qual a importância da filosofia para a DSI?
78
A DSI precisa do contributo das ciências humanas e sociais?
79
Quem elabora, difunde e ensina a DSI?
Qual o papel do Magistério?
80
Na elaboração e aplicação da DSI, como se exerce a colegialidade que caracteriza o Magistério?
Os fiéis têm de aderir à DSI?
81
Quais os conteúdos do anúncio e da denúncia que são próprios da DSI?
82
Por que é que “o intento da DSI é de ordem religiosas e moral”?
83
Qual a primeira destinatária da DSI?
Há diferentes responsabilidades na aplicação da DSI?
84
O que quer dizer “destino universal” da DSI?
Isso acontece na realidade?
85
Por que é que a DSI se caracteriza pelo binómio “continuidade / renovação”?
86
Explique: “A fé não pretende aprisionar num esquema fechado a mutável realidade sócio-política”.
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